No último dia 09 tivemos a notícia do downgrade do Brasil, pela agência de classificação de riscos Standard & Poor’s, de BBB para BB+ (grau especulativo).

Quando isto está para acontecer, normalmente o mercado já precifica os seus ativos antecipadamente, demonstrando-se bastante volátil.

O permanente acompanhamento da nossa Política de Investimentos,  vis-à-vis os cenários vislumbrados e acontecimentos do mercado, nos permitiu implementar ajustes, desde setembro de 2014, de forma a reduzir a volatilidade dos investimentos do Plano SEBRAEPREV e aproveitar janelas de oportunidades vislumbradas, conforme a seguir:

  • Foi dada mais ênfase à gestão tática (curto prazo) que estratégica (longo prazo), visto que os nossos investimentos são precificados diariamente;
  • Redução dos investimentos em renda variável e fundos imobiliários;
  • Substituição do benchmark de renda fixa de 60% CDI + 40% IMA-B para 103% do CDI;
  • Aumento dos investimentos em fundos de investimentos no exterior;
  • Alteração das condições de empréstimos a participantes.

Desse modo, atualmente temos o seguinte posicionamento dos investimentos:

  • Apenas 11% da Carteira total encontra-se aplicada em renda variável;
  • A parcela de investimentos no exterior, apesar de pequena, é beneficiada pela variação cambial que apenas neste ano já subiu mais de 43%;
  • Os empréstimos pós fixados são corrigidos mensalmente pela inflação e os pré-fixados foram firmados com taxas superiores ao CDI.
  • Os investimentos em renda fixa são indexados ao CDI/SELIC.

Portanto, o acontecimento da perda do grau de investimentos do Brasil não requereu nenhuma medida emergencial por parte do SEBRAE PREVIDÊNCIA.