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10/09/2019

Parece mágica financeira? Desconfie!

Em épocas de maior aperto financeiro, é importante buscar soluções para reduzir despesas, diminuir o custo de dívidas e, se possível, aumentar os recebimentos. Mas é preciso ter cuidado para não transformar a solução num problema ainda maior.

Nesses momentos, em busca de soluções rápidas e definitivas (quem não gostaria?), é comum nos depararmos com ofertas de soluções sensacionais, "verdadeiras oportunidades" que prometem, via de regra, empréstimos a custo muito baixo ou investimentos com rentabilidades muito elevadas.

A internet está cheia de ofertas assim. Por exemplo, pessoas que se apresentam como especialistas em investimentos, prometem retorno rápido e certo para qualquer investimento, oferecendo a chance de "colocar seu dinheiro para trabalhar para você". Bastando que você deixe seu investimento com elas, claro... Sim, o golpe é tosco, mas acaba funcionando com quem está em desespero, buscando por alguma luz no fim do túnel.

As modalidades de golpes se multiplicam. Há investimentos em franquias que não existem, pirâmides de investimento, financiamentos sem contrapartida ou garantia, cobranças via internet ou boleto feitas por empresas que nunca se ouviu falar. Até nos jornais, que já não são o meio preferido para esse tipo de ação, há anúncios nos Classificados ofertando empréstimos de até R$ 500 mil, "sem necessidade de garantias", "sem comprovação de renda" e disponíveis para qualquer pessoa "mesmo com nome sujo" - só que, para habilitar o empréstimo, é preciso antecipar o pagamento de taxa ou juros de módicos. Mas há pessoas que acreditam e descobrem tarde demais que caíram num golpe.

A regra, em situações como essa, é sempre desconfiar e buscar mais informações sobre essas ofertas. Existem meios para sair do sufoco financeiro e acertar o seu orçamento, que são conhecidos e recomendados por especialistas em finanças pessoais. E todas as soluções passam, necessariamente, por organização das contas pessoais, esforço para redução de despesas, renegociação de dívidas e, quando possível, aumento de entradas financeiras. Fique atento!