A Política de Investimentos do Plano SEBRAEPREV para o período 2018 – 2022 foi aprovada no dia 06 de dezembro de 2017, pelo Conselho Deliberativo do Instituto. A aprovação da política foi precedida do Painel de Investimentos que o Instituto realiza todo ano para debater as expectativas para o cenário macroeconômico e as tendências dos principais indicadores do mercado financeiro. O Painel de Investimento foi aberto pelo Diretor de Administração e Finanças do SEBRAE, Vinicius Lages, mediado pelo Conselheiro André Dantas e tiveram como convidados o Diretor de Investimentos do Fundo de Pensão da CERES, Dante Scolari, o Diretor Superintendente da ICATU Previdência, Sérgio Egídio, o Consultor de Investimentos e Riscos da ADITUS, Nathan Batista e o Diretor Adm. e Investimentos do SEBRAE PREVIDÊNCIA, Adriano Suzarte.

No debate realizado durante o Painel de Investimentos, os convidados apresentaram suas visões sobre a economia, reforçando um cenário de crescimento econômico moderado para a economia brasileira no próximo ano, baixa taxa de inflação, medida pelo IPCA, e baixa taxa de juros da economia – SELIC. A tendência para obter maior rentabilidade para os investimentos passa pela procura de ativos financeiros de maior risco e diversificação dos portfólios com alocação de recursos nos segmentos, por exemplo, de Renda Variável, Investimento no Exterior, Fundos Multimercados e Fundos Imobiliários.

O cenário para 2018 exige também certa cautela devido à volatilidade que os ativos financeiros devem apresentar diante de um ano eleitoral, exigindo um acompanhamento mais ativo juntos aos gestores terceirizados, discutindo cenários e estratégias de alocação.

Após a realização do Painel de Investimentos o Conselheiro André Dantas, Coordenador da Comissão de Investimentos e relator da proposta, apresentou as principais alterações para a Política de Investimentos para o período 2018 – 2022 que consistiram na alteração das metas de rentabilidade (benchmark) para os Perfis de Investimentos Moderado e Arrojado, passando de 103% CDI e 105% CDI para 105% CDI e 110% CDI, respectivamente, permanecendo o Perfil Conservador com a meta de rentabilidade de 101% CDI.

Para tanto, foi proposto um aumento na alocação dos Perfis de Investimentos Moderado e Arrojado nos segmentos de Renda variável, Investimento Estruturado (Fundos Multimercados e Fundos Imobiliários), bem como no segmento de Investimentos no Exterior.

A Política de Investimentos foi aprovada por unanimidade dos Conselheiros Deliberativos presentes na 4ª Reunião Ordinária do Conselho.