HOME > CONHEÇA MAIS > NOTÍCIAS
06/02/2026
Os resultados de janeiro indicam um início de ano positivo para o Sebrae Previdência. Todos os perfis do Plano Sebraeprev superaram a inflação e o CDI no mês, com destaque para o perfil arrojado, que entregou 2,08%. Os perfis moderado e conservador também apresentaram desempenho sólido, com retornos de 1,48% e 1,34%, respectivamente, em um cenário de CDI próximo de 1,16% e inflação ao redor de 0,20% (IPCA-15). O plano Valor Previdência rendeu 1,57%, e o Valor Empresarial 1,35%. Na prática, esses resultados representaram ganho real (acima do IPCA-15) superior a 1% no mês em todos os planos, reforçando a consistência da estratégia.
No acumulado de 12 meses, o desempenho segue competitivo e alinhado ao objetivo de preservar e ampliar o poder de compra dos participantes. Os três perfis mantêm retornos próximos ou acima do CDI no período, com destaque para o arrojado, que tende a capturar melhor os ciclos positivos de mercado. Já o conservador e o moderado continuam entregando estabilidade e consistência, com volatilidade controlada e retorno real relevante.
Ao observar o período desde a pandemia, os resultados também permanecem positivos. Mesmo em um contexto marcado por choques relevantes no mercado, a diversificação e a gestão ativa permitiram recuperar perdas e gerar retorno acumulado competitivo frente ao CDI. Os três perfis se beneficiaram da estratégia de alocação diversificada e de ajustes táticos ao longo dos ciclos, preservando capital nos momentos mais desafiadores e capturando a retomada posterior.
Desde abril de 2019, quando teve início o modelo de gestão com fundos de gestores terceirizados, os resultados mostram evolução e maior robustez. O retorno acumulado dos perfis permanece alinhado ao objetivo de longo prazo e competitivo em relação ao CDI. Como referência estrutural, passa a ser acompanhado também o benchmark de longo prazo aprovado na Política de Investimentos para 2026, equivalente a 85% do CDI mais 15% do IPCA acrescido de 5,5% ao ano. Esse indicador reforça o compromisso de gerar ganho real consistente ao longo do tempo, com equilíbrio entre rentabilidade e controle de risco. Veja comparações na tabela abaixo:
.png)
CENÁRIO MACROECONÔMICO
Janeiro de 2026 foi positivo para os mercados, apesar de um cenário internacional mais ruidoso. Nos Estados Unidos, o banco central norte-americano (Federal Reserve) manteve os juros, e a economia seguiu resiliente, enquanto o dólar perdeu força e favoreceu o fluxo para emergentes. As commodities subiram no início do ano e ajudaram as bolsas ligadas a esse ciclo.
No Brasil, o foco foi a sinalização do início do corte de juros. Com a inflação mais comportada e a atividade desacelerando, o Banco Central indicou que pode começar a reduzir a Selic a partir de março. Esse movimento melhorou o humor dos investidores, mesmo com o avanço das incertezas políticas.
Os ativos locais responderam bem. A bolsa subiu com força, o real se valorizou, e a curva de juros passou a precificar cortes à frente. O fluxo externo teve papel importante nesse desempenho.
O cenário segue construtivo no curto prazo, mas mais sensível ao risco fiscal e eleitoral ao longo do ano. O mercado deve continuar reagindo aos dados de inflação e atividade e aos sinais do Banco Central.
30/01/2026
Sebrae Previdência inicia construção do Planejamento Estratégico 2026–2030
30/01/2026
Sebrae Previdência completa 22 anos com trajetória de crescimento e olhar para o futuro
24/01/2026
Feliz Dia do Aposentado!
21/01/2026
Comunicado aos Participantes – Esclarecimento | Assunto: Liquidação do Will Bank, da Reag e segurança dos recursos